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6 mulheres inspiradoras do Yoga

Atualizado: há 5 dias

Existem muitas mulheres inspiradoras no universo do Yoga, mas algumas me tocam de um jeito especial. Não apenas pela técnica, pela fama ou pela história que construíram, mas pela presença, pela forma como vivem e pelo modo como compartilham essa prática com o mundo. São mulheres que, cada uma à sua maneira, me lembram que o Yoga pode ser força e suavidade, profundidade e liberdade, disciplina e verdade.


Neste texto, reuni algumas das mulheres que mais admiro no Yoga. Algumas abriram caminhos na história. Outras transformaram a forma como o Yoga é comunicado hoje. E outras me inspiram pela delicadeza, pela coragem, pela autenticidade ou pela maneira como uniram prática, vida e propósito. Todas, de formas diferentes, ajudam a iluminar o meu próprio caminho


Tao Porchon-Lynch

@taoporchonlynch100


tao porchon-lynch

Tao Porchon-Lynch foi uma das mulheres mais inspiradoras da história do Yoga. Reconhecida mundialmente como a professora de Yoga mais velha do mundo, ela ensinou até depois dos 100 anos e viveu com uma vitalidade, uma elegância e uma alegria que continuam encantando praticantes até hoje. O que mais me inspira em sua trajetória é isso: Tao mostrava, com o próprio corpo e com sua presença, que o Yoga não é apenas uma prática, mas uma maneira de permanecer viva por dentro. Tao Porchon-Lynch viveu de acordo com seu mantra pessoal: "Não há nada que você não possa fazer" e "Acorde todos os dias pensando que será um ótimo dia, e será. ” Ela foi uma inspiração pois mostrou que o Yoga é para todos e que idade não significa nada dentro do Yoga. Aliás, idade não significa nada e ponto. Tao morreu na sexta-feira 21 de fevereiro de 2020 aos 101 anos. Deu sua ultima aula de Yoga no dia 16 de fevereiro.


Charlotte Chopin

charlotte chopin

Hoje, uma mulher que também me inspira muito é Charlotte Chopin. Francesa, ela começou a praticar Yoga aos 50 anos e, aos 102, segue ensinando ativamente na França. Sua história me toca porque ela transmite uma longevidade muito bonita, sem espetáculo e sem excesso. Há algo de profundamente inspirador em ver uma mulher que continua compartilhando sua prática com serenidade, constância e amor pela vida. Charlotte me lembra que nunca é tarde para começar e que o Yoga pode, sim, acompanhar uma existência inteira. Em 2024, ela recebeu o Padma Shri, uma das maiores honrarias civis da Índia, pelo seu trabalho na difusão do Yoga.


Jessamyn Stanley

@mynameisjessamyn


Jessamyn

Jessamyn Stanley me inspira pela coragem de ocupar espaço com verdade. Professora e escritora, ela ampliou a conversa sobre corpo, pertencimento e liberdade dentro do Yoga. Sua presença lembra que a prática não precisa caber em padrões para ser profunda, transformadora e real. Gosto dela porque sua força não vem de tentar se encaixar, mas de existir com autenticidade. Ela tem tudo a ver com amor próprio, não importa qual seja a forma, peso ou tamanho do seu corpo. Ela mostra que essas características físicas não significam nada dentro do Yoga. Ela não liga para padrões e nem almeja ser uma modelo. A única coisa com que ela se preocupa é ser uma pessoa que não se odeia. Ela aplica com maestria os princípios de aceitação dentro e fora do tapetinho.


Maris Degener

@yogamaris


Maris Degener

Se você ainda não ouviu falar de Maris, corre para o Netflix e assista o documentário Cura pelo Yoga que fala sobre a história dela. Maris Degener me inspira pela delicadeza e pela honestidade com que compartilha sua jornada. Sua história ficou conhecida por mostrar como o Yoga se tornou parte importante do seu processo de cura e reconexão consigo mesma, especialmente em relação à saúde mental e à recuperação de um transtorno alimentar. O que mais me toca em Maris é essa imagem do Yoga como caminho de volta para casa, não como performance, mas como cuidado, escuta e reconstrução interior.


Brett Larkin

Brett Larkin

A Brett Larkin me inspira de um jeito muito prático, mas também muito criativo. Ela une espiritualidade, didática e visão empreendedora. Gosto de observar a forma como ela estrutura as aulas, como conduz os temas e como consegue unir espiritualidade com clareza. Muitas vezes, quando estou pensando em ideias para o Shala ou até em como montar uma prática para o meu canal no YouTube, eu gosto de olhar para o trabalho dela como referência. Não para copiar, claro, mas para me lembrar que uma aula pode ser profunda, bonita, bem organizada e ainda assim acessível. Ela me inspira muito nesse lugar de professora que ensina com intenção, mas também com visão.


Adriene Mishler

Adriene Mishler

Adriene Mishler me inspira pela forma acolhedora e humana com que levou o Yoga para milhões de pessoas. Criadora do Yoga With Adriene, ela construiu uma comunidade global com uma linguagem simples, acessível e cheia de coração. O que mais me encanta em seu trabalho é essa capacidade de fazer o Yoga parecer próximo, possível e íntimo, mesmo através de uma tela. Adriene me lembra que ensinar bem também é saber acolher.


Neeti Narula

Neeti Narula

A Neeti Narula me inspira por um caminho muito mais sutil, quase como aquelas presenças que não fazem barulho, mas deixam uma marca. Eu gosto muito da forma como ela compartilha reflexões, da estética delicada do seu conteúdo e dessa consistência silenciosa de quem medita todos os dias pela manhã e faz da prática algo realmente vivido, não apenas ensinado. Isso me toca porque conversa muito com coisas que eu também valorizo: ritual, presença, contemplação, essa espiritualidade que aparece no jeito de viver e não só no que se fala. A Neeti me inspira justamente por isso. Pela beleza com alma. Pela profundidade sem excesso. Pela maneira como ela transforma momentos simples em algo que ganha sentido.


Indra Devi

Indra Devi

Indra Devi é uma das mulheres mais inspiradoras da história do Yoga porque ajudou a levar essa prática para o Ocidente quando isso ainda era algo raro, especialmente para uma mulher. Considerada uma pioneira do Yoga moderno, ela foi discípula de Krishnamacharya e teve um papel central na difusão global do Yoga, ensinando em países como Índia, China, Estados Unidos, México e Argentina. Sua história me inspira porque ela abriu caminhos para muitas de nós e mostrou que o Yoga também pode atravessar fronteiras com suavidade, elegância e visão. Indra Devi morreu em 25 de abril de 2002, aos 102 anos.


No fim, acho que é isso que essas mulheres me lembram: o Yoga pode ser vivido de muitas formas, com muitas vozes, muitos corpos, muitas histórias e muitos caminhos. E talvez seja justamente isso que torne essa prática tão rica e tão viva. Cada uma delas me inspira por um motivo diferente, e todas, de algum jeito, me fazem voltar para a minha própria prática com mais presença, mais admiração e mais sentido.


E eu fiquei curiosa para saber: quem inspira você na sua prática de Yoga? Tem alguma professora, autora ou mulher que marcou o seu caminho de um jeito especial? Me conta aqui nos comentários. Vou adorar conhecer também as mulheres que inspiram você.

 
 
 

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