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  • Foto do escritorNathalia Morgana

Yoga para necessidades especiais

Aulas de Yoga especiais são adaptadas e personalizadas para pessoas que apresentam condições especiais como afecções do aparelho locomotor (LER-DORT, hérnias de disco, desvios posturais, artrites, osteoporose, fibromialgia, traumatismos) e problemas cardiorrespiratórios (insuficiência cardíaca, hipertensão, hipotensão, asma brônquica e enfisema pulmonar).



Especialistas concordam que as atividades de Yoga causam um impacto positivo em indivíduos com necessidades especiais. Os fundamentos básicos de uma atividade como o Yoga exigem certos aspectos, como o controle da respiração e da resistência. Yoga é frequentemente um processo lento e meditativo, por isso ajuda a desacelerar e aumenta a atenção e o foco. O Yoga é revitalizante porque satisfaz os indivíduos e avança em direção ao cumprimento de metas alcançáveis.


Cada postura é adaptada e trabalhada de acordo com os limites, necessidades ou objetivos de cada um.

  • TDAH, Autismo e síndrome de Down

Os pais de crianças com autismo, TDAH ou ansiedade indicam que a Yoga ajuda os filhos a se acalmarem, criando um foco melhor, além de promover o bem-estar e melhorar o convívio social.


  • LER-DORT

O Yoga pode ser um grande aliado para tratar uma LER. Além de proporcionar uma maior atenção e uma auto-observação maior de nossos hábitos e padrões, trabalha com o alinhamento corporal e o fortalecimento de músculos.

  • Dores nas costas e Hérnia de Disco

A Yoga pode ser benéfica como uma ferramenta de reabilitação, mas também para evitar uma possível recaída. Sempre com avaliação médica, você pode praticar Yoga regularmente para se recuperar mais facilmente de seu problema de hérnia de disco. Os benefícios para essa condição são o fortalecimento dos músculos profundos das costas que suportam a coluna vertebral, melhora da flexibilidade das costas, alonga e relaxa os músculos das costas, entre outros.

  • Osteoporose, artrite e artrose

O Yoga vem sendo usado como tratamento para dores musculares há muito tempo e os motivos são diversos: a atividade ajuda a  construir músculos mais fortes, que dão mais suporte ao corpo e às articulações, diminuindo o risco de lesões. Além disso, um estudo da Universidade da Califórnia mostrou que o exercício é capaz de aumentar a densidade óssea, resultando em ossos mais saudáveis.

  • Fibromialgia

Embora não tenha cura, o tratamento da doença passa a adotar estratégias combinadas, que envolvem além do tratamento clínico, a educação dos pacientes, exercícios aeróbicos e terapia comportamental cognitiva, que podem ajudar a diminuir a intensidade e a frequência das dores. Entre as várias opções complementares do tratamento clínico, o Yoga, e em situações agudas a Yogaterapia, pode ter um papel muito importante porque proporciona um programa de exercícios suaves que envolvem treino muscular e alongamentos, suporte mental e emocional, através da utilização de técnicas respiratórias, de relaxamento e meditação, além de uma metodologia para o auto-conhecimento, que ensina a equilibrar e integrar o corpo e a mente e também a fazer frente aos desafios emocionais que acompanham quem lida com um problema crônico, e tem que ajustar o seu modo de vida.

  • Hipertensão

Um estudo efetuado (Telles et Al., 2004) com um grupo de 12 novos praticantes de Yoga (asana, pranayama, relaxamento guiado, meditação e kriyas), mostrou uma diminuição significativa de uma forma voluntária do seu ritmo cardíaco de base, num programa de um mês, comparativamente a um grupo de controlo que não praticou Yoga e que não evidenciou nenhuma mudança. Como conclusão os autores desta investigação apontam para que a prática de Yoga possa facilitar o condicionamento das respostas viscerais através da autosugestão. Noutro estudo com a duração de 8 semanas que procurou avaliar o efeito de uma prática regular de asanas e pranayamas na redução do stress, pressão arterial e índice de massa gorda (McCaffrey et al., 2005), concluiu-se que a prática de alguns exercícios do Yoga pode diminuir a pressão arterial em pessoas com hipertensão suave ou moderada.


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